Candeinha, poeta e compositor, membro da atual diretoria da Quilombo:

 

“Eu vi o filme duas vezes. Foi uma grata satisfação. Nesse momento difícil que enfrentamos, é muito importante

a maneira como a escola é relatada neste filme. As pessoas poderão ter mais sobre a Quilombo.

Para nós, com a realização desse filme foi como se recebêssemos um prêmio,

pela qualidade das pessoas que o fizeram”.

 

Seu Pedro, a quem Candeia confiou a continuação do ideal da Quilombo:

 

“O que eu vou dizer? Foi maravilhoso. Agradeço a vocês uma obra dessas, a gente não pode dispor a qualquer hora. Vocês foram de um rigor... Saiu tudo maravilhoso. A manifestação do João Baptista, do Waldir 59 e tantos outros... Sinceramente, eu não estava acreditando que vocês fossem fazer. Tive que ver para acreditar. E fiquei impressionado. Eu agradeço a Regina, ao Bruno e ao Luís. Vai dar uma grande força”.

 

Bira do Cavaco, diretor musical do grupo Uto-Tombo, da Quilombo:

 

“Achei o filme ótimo, muito bom. O primeiro passo para que a idéia de Candeia permaneça. A Quilombo está enfraquecida. O pessoal precisa dessa ajuda para que possam continuar esse movimento social. Só tenho que agradecer, por parte da Quilombo. Por que permite que se possa mostrar nossas raízes, o Brasil e o negro. Somos uma raça só e a Quilombo mostra essa união. Quem sabe não é um passo para que a gente possa fazer mais

 

Mestre Nacional, responsável pela capoeira na época da fundação da escola:

 

“Foi uma aula importante. Um documento que deveria ser levado às escolas e que mostra

que nossa cultura  não está morta. Está viva. Seria importante que nossos

governantes vissem isso. O trabalho de uma equipe que foi fundo, não teve medo de entrar em

Acari e mostrar a nossa cultura”.

 

Edialeda Salgado, presidente da agremiação na década de 90:

 

“o filme coloca a mulher negra com orgulho, o carnaval de rua. E mostra que Quilombo

é samba e também ideologia negra. Mostra nosso carnaval e nossa alegria.

Agradecemos a vocês, meninos. Isso é o mínimo. Tem que gerar

frutos, com muito carinho”.

 

Paulinho, da atual diretoria da GRANES Quilombo:

 

“Foi muito interessante. Porque retrata a realidade. A de ontem e a de hoje, de modo bastante sucinto, sem rodeios. É um trabalho digno de estudo, como documento. E é lindo, maravilhoso. Vocês não florearam. Foram diretos, sem palhaçada. Cumpriram um importante papel. Espero que a gente também consiga cumprir nosso papel”

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